Poucas horas depois de gelar o sangue a milhões de pessoas com uma ameaça que nenhum criminoso imperialista se tinha atrevido a lançar desde 2ª Guerra Mundial, “esta noite morrerá uma civilização”, Donald Trump viu-se obrigado a declarar o cessar-fogo e a abrir uma negociação com o Irão.

Digam o que disserem este genocida...


A errática estratégia trumpista, após verificar que o assassinato de dezenas de altos dirigentes iranianos não derruba o regime, juntamente com a feroz resistência de Teerão, com centenas de mísseis lançados sobre Israel, as monarquias do Golfo e o estreito de Ormuz, fez soar os alarmes do imperialismo ocidental. Com a guerra a entrar...


No passado dia 6 de janeiro, o regime fundamentalista de Damasco lançou uma sangrenta ofensiva militar para esmagar o enclave autónomo de Rojava, formado em 2012, quando a minoria curda e outros povos — árabes, assírios, arménios, etc. — se uniram sob a Administração Autónoma do Norte e do Leste da Síria (AANES), com um programa...


O mundo encontra-se horrorizado perante esta enésima demonstração de barbárie. Dois genocidas decidiram levar a cabo uma nova guerra imperialista com consequências imprevisíveis. À medida que os dias passam, os números de civis mortos multiplicam-se — mais de 2.000 segundo as últimas informações — e centenas de milhares fogem das...


No dia 22 de janeiro, Donald Trump apresentou na Cimeira de Davos o chamado Conselho da “Paz” para Gaza. No meio de uma encenação cuidadosamente preparada para transmitir uma imagem de poder, os imperialistas norte-americanos, acompanhados por toda a sua corte mundial de lacaios, apresentaram a culminação dos planos de limpeza étnica,...


A 10 de janeiro passaram-se três meses desde a assinatura do farsante acordo de paz patrocinado pelo imperialismo ocidental. Como então afirmámos, a limpeza étnica e o extermínio não terminaram; pelo contrário, os planos sionistas para anexar Gaza e a Cisjordânia estão ao rubro, com a cumplicidade e o silêncio de todos os governos...


Cerca de 500 manifestantes foram assassinados e pode haver mais de 10 000 detidos no balanço repressivo, até 11 de janeiro, do levantamento popular que atravessa o Irão e que tem colocado o regime dos Mulás contra as cordas. A rebelião, que está a atravessar toda a sociedade, tem implicações colossais para o Médio Oriente e o mundo,...


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